Moisés apresenta balanço sobre os primeiros 100 dias de governo

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Foto: Diorgenes Pandini/Diário Catarinense

Na véspera de completar os 100 primeiros dias à frente do governo de Santa Catarina, o governador Carlos Moisés (PSL) apresentou nesta terça-feira (9) um balanço de sua gestão. Acompanhado de todo o secretariado, o anúncio ocorreu na sede da Defesa Civil em Florianópolis.

Segundo o governador, as ações foram divulgadas com um dia de antecedência porque na quarta-feira (10), ele deve cumprir agenda política em Brasília, na Marcha dos Prefeitos.
Entre os destaques, Moisés citou os processos que o governo alterou, como o Detran Digital, o boletim de ocorrência integrado, e a utilização de um aplicativo que está gerando economia na compra de combustíveis. A expectativa com a utilização desses recursos tecnológicos é de economizar quase R$ 100 milhões até o final deste ano.

Carlos Moisés descartou a possibilidade de problemas com recursos para o pagamento de salários dos servidores, por causa de uma revisão de incentivos fiscais realizados no ano passado. “Nós temos uma projeção nova da Fazenda que nos dá conta que é possível sim pagar os salários, quando a gente teve dificuldade para junho/julho, que a gente consegue reorganizar isso”, disse.

Outro ponto foi sobre a obra de acesso ao aeroporto, que ele não garantiu ficar pronta no prazo.

“Se todo o nosso planejamento de desapropriações que está no programa acontecer sem interrupções de acordo com o que a gente está planejando, se a obra continuar andando no ritmo que ela esta avançando, nós vamos entregar essa obra, esse é o nosso sentimento hoje. É óbvio que eu não posso te dar uma garantia porque eu dependo também de outras ações, mas quem viver verá”, afirmou.

O governador também citou a necessidade de avaliar o cenário sobre o uso de defensivos agrícolas, para garantir saúde e longevidade aos catarinenses. Listou a venda de aeronaves do estado e mencionou a redução de cargos para diminuir custos. Ele falou ainda sobre dívida pública, mobilidade e sobre o auxílio motorhome.

O balanço também abordou temas da saúde, inclusive a situação dos hospitais. “Vai demandar algum tempo porque a gente não pode esperar um milagre. Há movimentos também que são estranhos à nossa vontade em determinados setores. Todo movimento há resistência”, explicou.

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