Região volta para o risco gravíssimo de contaminação por Coronavírus

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A Central de Operações em Emergências em Saúde (COES) divulgou nesta quarta-feira (25) o mapa com a atualização do risco potencial das regiões de Santa Catarina para Covid-19. A região de Curitibanos que estava na cor laranja passou para vermelha, ou seja risco Gravíssimo.

O Estado passou de três para 13 regiões nesta categoria, considerada a mais alarmante na escala. O aumento no número de regiões em nível gravíssimo, comparado ao divulgado na semana passada, corresponde a 333%. Com as mudanças, 81% das 16 regiões de Santa Catarina passam a estar nesta categoria. A atualização também indica que três regiões estão em nível grave – marcadas com a cor laranja. O novo mapa, predominantemente vermelho, mostra nesta cor as regiões Extremo Oeste, o Alto Uruguai Catarinense e a Foz do Rio Itajaí.

Entre as regiões que tiveram a situação agravada estão o Oeste, Meio-Oeste, Alto Vale do Rio do Peixe, Planalto Norte, Nordeste, Alto Vale do Itajaí, Médio Vale do Itajaí, Serra, Grande Florianópolis, Carbonífera e Extremo Sul.

Transmissibilidade gravíssima no Estado

Quatro itens são levados em consideração na avaliação da matriz de risco da Covid-19 no Estado. O que chama a atenção no novo mapa é a transmissibilidade. Apenas a região do Alto Uruguai Catarinense não aparece no nível máximo (gravíssimo).

Outro índice que chama atenção é o evento sentinela (óbitos). No mapa de risco divulgado na última semana apenas a região de Laguna apresentava nível máximo.

Já na atualização desta quarta-feira, Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Rio Peixe, Extremo Sul Catarinense, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Serra Catarinense e Xanxerê aparecem em vermelho na tabela.

Quatro itens são levados em consideração na avaliação da matriz:

Evento sentinela: mede a mortalidade da Covid-19. Nas regiões em alerta, o índice aponta que a pandemia continua em expansão;
Transmissibilidade: variação no número de confirmação e casos ativos. Regiões em alerta apresentam alta no número de casos;
Monitoramento: casos investigados e inquérito de síndrome gripal na comunidade;
Capacidade de atenção: mede a ocupação dos leitos de UTI.

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