Curitibanos sobe 30 posições no Índice de Desenvolvimento Sustentável

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A Federação Catarinense de Municípios (Fecam) divulgou na última semana o Índice de Desenvolvimento Municipal Sustentável (IDMS) 2016.

O índice visa diagnosticar o grau de desenvolvimento de uma cidade e auxiliar os gestores públicos a definir as prioridades locais.

O indicador, construído a partir de estatísticas do IBGE, órgãos ministeriais, Tribunal Regional Eleitoral, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), entre outros, leva em conta quatro grandes aspectos: o Sociocultural, o Econômico, o Ambiental e o Político Institucional. O índice vai de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1, maior o grau de desenvolvimento do município.

Curitibanos é uma das cidades que pode comemorar o resultado, chegou a 0,640 no geral e tem o Índice próximo ao da média estadual que é de 0,669.

A trajetória ascendente fez o município sair da posição de número 177 em 2014 para a de 147 em 2016, subindo trinta degraus no ranking dos 295 municípios catarinenses.

Para falar sobre o resultado, nossa reportagem foi recebida no gabinete do prefeito José Antonio Guidi, que comemorou os números.

Para o prefeito, as posições galgadas neste período estão ligadas diretamente a seriedade com que os trabalhos são realizados pelo executivo e os investimentos que acontecem em todas as áreas.

Mas Dudão quer mais e espera encerrar seu segundo mandato, em 2020, deixando o município entre as cem cidades no referido Índice.

Dos quatro aspectos levados em consideração para elaboração do Indicador, Curitibanos apresenta omelhor desempenho no aspecto Sociocultural onde engloba Educação, Saúde, Habitação e Cultura.

Neste aspecto a média do município chegou a 0,703 contra 0,721 do estado.  No âmbito Político Institucional, que avalia as finanças do município, a gestão pública e a participação da sociedade, a média do município alcançou 0,640 contra 0,669 do estado.

No aspecto Ambiental, que trata sobre a cobertura de saneamento básico, ou seja, quantos domicílios são atendidos por coleta de lixo; quantos são atendidos por rede pública de água e quantos têm acesso à rede de esgoto ou fossa séptica, o município teve uma média superior a estadual, 0,596 contra 0,480.

Já na Economia, os indicadores da prosperidade local registraram pequena evolução, passando de 0,478 para 0,483, de 2014 para 2016, a média estadual ficou em 0,559.

Foto: Divulgação

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