Devido ao aumento do número de hospitalizações por gripe em Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) decidiram pela liberação da vacina contra a doença para toda a população catarinense acima de seis meses de idade. Com a ampliação do público, não é mais preciso estar em um dos grupos prioritários para ser vacinado, basta procurar uma unidade de saúde. A deliberação aconteceu na última semana.
Em Curitibanos, conforme o último levantamento realizado pela Secretaria municipal de Saúde, pouco mais de 23% da meta foi atingida. Dos grupos prioritários, que até então tinham exclusividade para a imunização, o de idosos era o que tinha mais pessoas vacinadas, 2590 de um total de 6540, ou seja, menos de 40%.
A expectativa com a liberação é que o percentual geral aumente até o final da campanha nacional que é 31 de maio.
No município a vacinação acontece somente na Sala de Vacinas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30, sem fechar ao meio dia. A Sala está localizada na Av. Leoberto Leal, 64, em frente a Imed.
Mesmo com a ampliação do público-alvo, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado – Dive, ressalta que é de extrema importância que aquelas pessoas que fazem parte de um dos grupos prioritários, que são as pessoas mais vulneráveis e que correm risco de evoluir para formas graves da doença, garantam a dose da vacina.
A vacina contra a gripe oferecida na rede pública de saúde é gratuita e protege contra três subtipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e influenza B, que são os que mais circulam. Ela pode ser aplicada junto com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, inclusive a da Covid-19.
De acordo com o último boletim epidemiológico da influenza divulgado pela DIVE, este ano foram confirmados 245 casos de internação pela doença no estado. Destes, 12 resultaram em morte, sendo que a maior parte foi em pessoas mais vulneráveis como crianças e idosos com 60 anos ou mais.
Pessoas infectadas com o vírus influenza podem ter desde sintomas leves a sintomas graves, que necessitam de internação e podem levar à morte.
A vacinação é uma das medidas mais eficazes para prevenir o agravamento do quadro, evitando hospitalizações e mortes










